Resenha de "O Evangelho Segundo Hitler" (Marcos Peres)

Título: O Evangelho Segundo Hitler
Autor: Marcos Peres
Editora: Record
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Sinopse: O Evangelho Segundo Hitler - Este é um romance notável de um leitor obcecado por Jorge Luis Borges a ponto de imputar-lhe uma infâmia que nem o próprio teria inventado: a de ter engendrado, com sua imaginação infernal, o fermento profético que possibilitou Adolf Hitler e o nazismo. O evangelho segundo Hitler faz aquilo que o borgiano Pierre Ménard fez com o Quixote de Cervantes: reescreve produzindo diferença.




Esse é o tipo de livro difícil de resenhar justamente por ser difícil de ser compreendido. Quando eu pedi emprestado a um amigo não imaginei que iria embaralhar minha cabeça para tentar entender o que o autor quis dizer com as loucuras que empregou para montar esse enredo. De fato minha vontade era me sentar de frente para o cara e perguntar: "Meu amigo, de onde você tirou essa ideia?"

Não sei se vou conseguir explicar bem, mas vamos lá. O livro vai falar de Jorge Luís Borges. Não, não aquele que conhecemos pelas críticas e literatura de alto nível. Mas por outro cara que por acaso do destino acabou com o mesmo nome do escritor famoso. E nosso Borges, personagem, também era escritor como o outro. Então vocês podem apostar a confusão que isso deu dentro da história. Na verdade, confusão é a palavra do meio desse livro. 

O início vai nos mostrar um protagonista muitos anos no futuro, já velho, indo matar o Borges verdadeiro - isso não é spoiler - por acreditar que ele foi o responsável por algumas catástrofes da humanidade. Sim, tudo muito louco e subjetivo. Você não sabe do que diabos ele está falando até que voltamos ao passado e entendemos a origem de seu nome, e quando o Borges - escritor - entrou na vida dele como uma sombra, para jamais deixar de ser até a sua velhice. 

Acontece que o amor é uma merda que nos faz cometer muitas outras merdas. E por isso o protagonista acaba dizendo para uma mulher, a qual ele é apaixonado, que ele é o famoso Borges, quando ele não é famoso coisíssima nenhuma. Ela fica encantada e diz que o namorado é um grande fã do seu trabalho. Borges odiou saber que a mulher tinha namorado, mas se amarraria ao trilho de trem se ela pedisse, e por isso acabou indo conhecer o tal cara com quem ela morava. 

E daí conhecemos nosso nazista e responsável por inserir o coitado do protagonista numa bagunça sem tamanho achando que ele é o Profeta que irá revelar o próximo Messias, porque o Borges - escritor - escreveu um conto sobre Judas que supostamente fundamentou o pensamento nazista sobre o massacre aos Judeus na segunda guerra mundial. 

Parece confuso, né? Até para mim que li as vezes é um pouco, mas não desanime. O que tem de confuso tem de genial. 

A leitura é sim arrastada em muitos momentos, mas em outros ela chega a ser frenética. Teve um capítulo em específico do livro em que o Borges protagonista tenta criar uma continuação da ideia do conto sobre Judas que o Borges - escritor - fez. O capítulo é insano, mas a explicação dele, por mais sem sentido que seja, me pareceu ter todo o sentido do mundo. Não tenho como explicar para vocês sem soltar spoilers ou fazer minha cabeça explodir, mas é fato que o negócio é bem amarrado. Tão amarrado que não consegui lembrar porque tinha achado estranho no princípio que um livro juntasse Borges, Hitler e um Evangelho no meio. Acredite, tudo vai clarear depois da leitura. 

O Borges - protagonista- é um dos personagens mais ferrados que já conheci. Quando o coitado pensa estar livre da sombra do outro, eis que se envolve em mais confusão por ter o mesmo nome. Basicamente a ideia é de que para conquistar uma mulher, ele ajudou a implantar a ideia de um genocídio na cabeça dos nazistas. Crê em algo assim? Se pensarmos que Helena foi responsável pela Guerra de Troia, até dá para entender o quão forte é o poder de uma mulher na guerra. 

É um livro que brinca a todo momento com a religião. Os católicos fervorosos certamente se revirarão ao ler certos trechos desse livro por tratar Jesus de uma maneira bastante humana, e um Judas que é quase um membro de um partido político bem esquematizado. É uma ideia forte para algumas mentes, mas é possível. 

Sempre fui uma mulher altamente adapta a possibilidades, e esse livro abre um leque deles sobre os últimos dias da vida de Cristo e os motivos pelos quais Judas fez o que fez. E que talvez  Pedro - aquele que fundou a igreja católica - seja muito mais culpado e vilão do que o homem que até hoje dá nome as pessoas falsas do mundo. Pois é... explodindo a cabeça novamente. 

Perguntaram-me se era necessário conhecer a obra de Borges para ler esse livro. Eu não sou uma entendedora do autor. Li pouca coisa dele, mas não me perdi na história por isso. Claro que o autor cita alguns livros dele, e saber do que se trata deixa o entendimento mais rico. Contudo não saber não o deixa pobre. Quando acabei cheguei a ler o tal conto que bagunçou a vida do coitado do protagonista, mas só. Não senti necessidade de parar de ler para ir atrás de livros de Borges. Temos que lembrar que aqui é uma ficção. Usando dois personagens fortes e destintos - Hitler e Borges, mas envoltos em um trabalho ficcional de um escritor bastante criativo. 

Pode ser um livro muito estranho de ideias, mas ele faz sentido em vários momentos. Eu recomendaria de olhos fechados. Mas devo lembrar que não é fácil ou rápido, e que se você vier, venha despido de preconceitos religiosos e de peito aberto para manter uma relação de pena, amor e ódio com um personagem. 

Resenha de "Agência de Investigações Holísticas Dirk Gently" (Douglas Adams)

Título: Agência de Investigações Holísticas Dirk Gently
Autor: Douglas Adams
Editora: Arqueiro (Cedido em Parceria)
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Sinopse: A série O MOCHILEIRO das Galáxias consagrou Douglas Adams por sua fina ironia e sua capacidade de elaborar histórias hilárias e inusitadas. Porém, essa não foi sua única obra-prima. Também na década de 1980, ele criou o personagem Dirk Gently, cujos elementos principais surgiram quando escrevia episódios para Doctor Who, outro ícone britânico da ficção científica.
Adams morreu em 2001, deixando dois volumes sobre as aventuras do detetive carismático e arrogante. Agora, finalmente, o primeiro livro é publicado no Brasil.
Richard MacDuff é um engenheiro de computação perfeitamente normal que sempre se comportou muito bem, obrigado, até o dia em que deixa uma mensagem equivocada na secretária eletrônica de sua namorada, Susan Way. Arrependido, toma a decisão mais natural possível: escalar o prédio dela e invadir seu apartamento para roubar a fita com a gravação.
Na vizinhança, Dirk Gently bisbilhota os arredores com seu binóculo quando presencia o ato tresloucado do antigo colega de faculdade e decide entrar em contato para lhe oferecer seus serviços investigativos. Depois de uma série de acontecimentos bizarros, o detetive percebe uma interconexão obscura entre a atitude estapafúrdia do amigo e o assassinato de Gordon Way – irmão de Susan e chefe de Richard, que passa a ser suspeito do crime.
De uma hora para outra, os dois veem-se envolvidos num caso incrivelmente estranho, com elementos díspares e desconexos que, no final, conseguem se encaixar de forma perfeita e construir uma trama típica de Douglas Adams.

Sempre comentei que Douglas Adams é o tipo de autor que eu sentaria para bater um papo, se isso não significasse ter que ir ao além para tomar um chá. O cara era super insano e tinha umas tiradas inteligentíssimas envoltas em narrativas de ficção científica bizarras. É aquele autor que ou as pessoas amam pela excentricidade em seus livros ou odeia justamente por isso. 

Ao contrário do que eu imaginei e que provavelmente a maioria de vocês também imaginaria, o protagonista desse livro é Richard MacDuff, um cara que trabalha em uma empresa de computadores e que se envolve em uma baita enrascada depois de um jantar com um professor da antiga faculdade e de deixar uma mensagem equivocada para a namorada. 

Em paralelo vemos algumas cenas do Monge Eletrônico, Gordon, irmão na namorada de Richard; Susan e muito depois, quando você acha que não vai mais ver o cara, eis que aparece Dirk Gently, numa das cenas mais cômicas que me lembro ter lido desde que li os livros da Sophie Kinsella. 

É uma história bastante confusa para ser explicada, como qualquer livro do Adams. Todos esses personagens tem uma linha de trama, e que em algum momento elas se cruzam da forma mais inusitada possível. Confesso que por um momento achei que não fosse provável cruzar todas as histórias, mas não é que o autor consegue e com uma simplicidade que chega a ser bizarra de tão fácil?! Ele é mestre de transformar em logicamente possível o totalmente improvável. 

Sim, de fato é um livro com fantasmas, viagens no tempo, monge eletrônico montado em uma égua e um detetive pra lá de maluco! Como isso se encaixa? Vocês terão que ler para descobrir. 

Dirk entrou fácil na minha lista de personagens fantásticos simplesmente por ser maluco de pedra, ao mesmo tempo em que é um gênio. A forma como ele explica para os clientes o que seria uma agência de investigações holísticas é hilária. Até eu me convenci da charlatanice dele, e não sou fácil de cair em papo de vigário. É um homem presunçoso, prepotente, mas que tem um certo fascínio justamente por ser assim. Nada do esteriótipo de investigadores de livros que você já leu até o momento, e ainda assim cheio de coisas que Poirot ou Sherlock teriam. Não tenho outra palavra para usar para esse cara além de excêntrico. 

Eu demorei um pouco para terminar de ler e a justificativa é  porque ele insere tantos pontos malucos dentro de um mesmo contexto que eu fiquei confusa, e continuei até perto do fim. Entenda que tudo é muito simples, mas é um simples de Douglas Adams, e isso é quase ser o simples de um gênio. Portanto está justificado minha demora. 

Não garanto que todos gostarão. É confuso, é bizarro e é difícil de criar algum tipo de ligação com os personagens dele. Mas é fantástico! Uma obra maluca de um cara maluco que tinha um jeito irreverente de contar histórias. 

Talvez eu recomende com mais fervor para os "nerds" que gostam de ficção. A identificação existirá justamente por ser um nerd que gosta de ficção. Agora se você não curte ficção, não recomendo mesmo ler Douglas Adams. Mesmo que ele trate de problemas socialmente inquietantes, ele o faz da maneira dele, e nem todo mundo gosta. Pessoalmente? Adoro o maluco! 


Resenha de "Uma Praça em Antuérpia" (Luize Valente)

Título: Uma Praça em Antuérpia
Autor: Luize Valente
Editora: Record (Cedido em Parceria)
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Sinopse: Uma Praça em Antuérpia - Após sua estreia literária com O segredo do oratório, sucesso de público e crítica, Luize Valente volta a mergulhar, de maneira ainda mais surpreendente, na história de uma família de migrantes em Uma praça em Antuérpia. Com domínio da narrativa, que vai e volta do ano-novo de 2000 em Copacabana para os anos da eclosão da Segunda Guerra na Europa, Luize reconstitui a desgraça imposta pelo nazismo aos judeus, razão pela qual muitos deles viriam fazer a vida no Brasil. Reunindo sensibilidade pelo drama humano e extensa pesquisa histórica, Luize retrata a chaga do nazismo na miudeza do cotidiano, na intimidade das famílias alemães e europeias, com bárbaros desdobramentos em Portugal, no lar de Clarice e Olivia, de onde a narrativa parte para ganhar o mundo e o Brasil. Acompanhamos a fuga de Clarice e seu marido, o pianista judeu Theodor, por grande parte da Europa, sempre um passo à frente da perseguição nazista, fuga que leva parte da família a cruzar o oceano. Como se não bastasse essa narrativa de tirar o fôlego, Luize presenteia o leitor com um final emocionante e totalmente inesperado.

Não morro de amores por livros sobre guerra. Fato. Não costumam ser ruins, mas existe algo nesse tipo de livro que despedaça meu coração e me leva a um tipo profundo de depressão literária. Provavelmente porque ainda que as histórias sejam ficcionais, todos sabemos que tudo aquilo era não só possível, como provável.

Contudo ao começar a ler Uma Praça em Antuérpia eu não tinha muita noção do que esperar. A sinopse era vaga, e o pouco que tinha lido acerca do livro eram ideias evasivas. Como se a própria autora quisesse que caíssemos de bandeja no meio da segunda guerra mundial propositalmente. E foi o que aconteceu comigo. Já naquele momento não havia possibilidade de retorno. Eu já estava inundada com a vida das protagonistas. 

O início é leve, e tem até um pouco da sensação etérea das paisagens de campo de Portugal. Começa com uma esperança, que logo é quebrada com um acontecimento triste. Uma família despedaçada pela perda de um ente, e lindas gêmeas que passam a ser criadas pela avó, sem um pingo de amor do isolado pai. 

Dessa infância pouco amorosa de um lado, e abundante de sentimento por parte da avó e da natureza que as cercava, nós vamos para mais algumas tragédias familiares isoladas no futuro de Clarice e Olívia. Em seguida uma delas arranja um pretendente e deixa o interior para ficar ao lado do marido na capital, que tem uma mercearia. Logo a outra se junta, reatando o laço que ambas tem desde que nasceram. 

A vida delas dá uma baita reviravolta quando Clarice conhece Theodor, um pianista judeu que toca nas noites de Portugal. É amor a primeira vista. Não sabia a garota que isso seria um passaporte para um momento difícil na Europa, com ela justamente no meio do furacão. 

Ah, uma coisa importante que devo falar é sobre as primeiras páginas, antes de vermos essa natureza das meninas em Portugal. A história de fato começa com uma senhora já no Brasil, revelando um grande segredo para sua neta. Um segredo que será o início da narrativa sobre o passado de Olívia e Clarice, e o que aconteceu as duas irmãs durante esse período difícil. 

Não quero falar mais da história para que vocês não percam o incrível felling que o livro causa no leitor. De início na torcida pelas duas irmãs, e depois no desespero para ver as coisas acalmarem na vida delas. Praticamente o livro é dividido em duas partes, essas mesmas partes que deixam sensações diferentes em quem lê. 

A primeira eu li em um único fôlego. Já a segunda eu procrastinei horrores. Não gosto de narrativas sobre guerra, e ainda que a autora tenha narrado esses momentos sem tanta dor, você sente o desespero de Theodor e Clarice desde o momento em que eles resolvem fugir. Desde que perceberam que os alemães furiosos não estão tão distantes assim da realidade deles. 

Teve um momento na história que me chateei com a autora por ter incluído um personagem que foi retirado muito abruptamente. Eu o adorava e torcia muito pelo cara. Ela faz uma mudança nas decisões de vida de Clarice, e esse personagem some. Peguei-me pensando porque incluir alguém se iria sumir com ele tão precipitadamente? Era quase sem propósito narrativo. Contudo devo dizer que exatamente esse fato isolado foi o que me fez escancarar a boca - literalmente - no final do livro. Eu só conseguia pensar: Gênio! 

Nada. Absolutamente nada no livro de Luize é irrelevante. Pouco crível em alguns momentos, talvez, mas possível. Penso que quase tudo nessa vida é possível, e isso ainda é um livro, logo ela pode criar quantas ideias grandes quiser que ainda assim serão compatíveis com o todo. 

Não morri de amores por nenhum personagem, exceto esse que cito acima. Mas isso não me fez desgostar do livro como um todo, o que é um caso raro para mim. A autora é uma tremenda historiadora, e esse fato fisga o leitor do começo ao fim. Sabe-se o que aconteceu na segunda guerra mundial de modo geral, mas ela veio aqui com casos isolados de famílias inseridas nesse contexto de guerra. Não me senti ofendida por cenas cruéis, e nem emocionalmente tão abalada para precisar fechar e voltar a ler depois. Um livro bem escrito, com dados exatos sobre história, e uma reviravolta muito boa no fim. Aliás, o final do livro é de encher os olhos. 

Apesar de fugir de bombas e gente sofrendo em livros, eu apreciei bastante a leitura desse. Fez com que eu visse possibilidades narrativas discretas e sensacionais em situações aparentemente banais. É um livro sobre perda, reconstrução de vida e esperança. Cada atitude dos personagens é justificável, até aquelas cruéis. 

Se vocês gostam de livros sobre guerra, eis uma pedida maravilhosa. 


[Filme] Mortdecai - A arte da Trapaça




Sinopse: Charles Mortdecai (Johnny Depp) é um conhecido negociador de arte que conhece bem o submundo de seu meio, devido às vendas que volta e meia realiza. Casado com Johanna (Gwyneth Paltrow) e tendo Jock (Paul Bettany) como seu fiel escudeiro, ele passa por dificuldades financeiras que o obrigam a vender algumas das preciosidades que mantém em casa. Sabendo da crise, o inspetor Martland (Ewan McGregor) pede a ajuda de Mortdecai para resolver o assassinato de uma restauradora de quadros, morta quando estava trabalhando em uma pintura de Goya. Mortdecai é obrigado a aceitar a tarefa pois, caso a resolva, terá sua dívida com o governo perdoada. Só que Martland tem outros interesses ao mantê-lo afastado de casa, já que é apaixonado por Johanna e vê esta como a oportunidade perfeita de se aproximar dela, ainda mais ao saber da crise conjugal existente entre eles devido ao adorado bigode cultivado por Mortdecai.


Uma coisa é certa, Johnny Depp nasceu para interpretar papéis caricatos. Quem é fã - como é o meu caso - sabe que ele seleciona a dedo o que irá trabalhar, e normalmente vem com um ser mais estranho do que o outro, mesmo que aparentemente pareça comum. 

Temos ai as bizarrices de Tim Burton para demonstrar isso, com Alice no País das Maravilhas, Sweeney Todd e Eduardo Mãos de Tesoura; ou o Pirata fantástico de Piratas do Caribe. E completo essa lista com o excêntrico Mortdecai, um negociador de arte conhecido por suas tramoias. 


Eu confesso que minha vontade de ver esse filme foi única e exclusivamente por ter Johnny no elenco, e não existir um único filme do ator que eu ainda não tenha visto. E ainda que não tenha amado o enredo, me apaixonei por esse mais novo personagem que o cara dá vida. 

A principal ideia do filme é a de que existe esse negociador de arte, Charles Mortdecai, que mora em uma mansão de luxo ao lado da esposa, e que é conhecedor do submundo da arte. É um aristocrata falido que está prestes a perder sua casa se não arranjar o dinheiro para cobrir suas dívidas. 


A oportunidade aparece quando um crime seguido de um roubo de um quadro famoso acontece na cidade, e o inspetor Martland o chama para investigar o caso, já que Mortdecai conhece bem o rumo que esse tipo de artefato teria entre os bandidos. 

Então junto com seu companheiro e segurança, Jock - um lutador fantástico e que pega mulher como bebe água - Mortdecai vai em busca do quadro roubado, visando conseguir a parte do seguro para quitar suas dívidas e manter sua mansão. 

É um filme de comédia, e não do tipo inteligente. Banal, até. A história me lembrou bastante as do investigador de A Pantera Cor de Rosa. O legal é que o protagonista, igualmente ao da Pantera, é um ser bastante caricato e engraçado. Ele é o exemplo nato do rico homem das artes que não sabe como bater em um cara e foge do perigo na primeira oportunidade sem dar a mínima se vão chamá-lo de covarde no caminho. A graça dele é natural a sua personalidade, e aparece justamente por ser aquele que se esconde debaixo da mesa enquanto o faz tudo - Jock - entra na briga no lugar dele. 


É nitidamente um filme vendido pela atuação, e não pela história. Tem cenas engraçadas no roteiro, mas sem a equipe que atua ele não seria metade do que foi. Eu ri muito vendo o filme, mas é porque eu realmente acho graça nas coisas idiotas, e de idiotice esse filme está cheio. As vezes eu ria justamente porque não via muita inteligência no roteiro dele. Era tão besta, mas tão besta que era engraçado. Para quem acha um primor o humor de O Grande Hotel Budapeste, Mortdecai é um suspiro de graça boba. 


Não desmereço o filme para um sábado a noite, por exemplo. Ele tem seus bons momentos. Como disse, o elenco garante que isso aconteça. A caricatura que Johnny dá a Mortdecai é ótima e traça um tipo de burguês que entende muito de um único aspecto de sua vida, e é totalmente lesado para os outros. Gostei do personagem. 

Mortdecai é o tipo de filme que garantiria continuação se tivesse sido bem recebido pelo público e crítica, o que aparentemente não foi. O mundo da arte tem muitas tramoias, e um investigador no ramo é garantia de vários filmes. Contudo não acho que vá acontecer. 


No geral é um bom filme para rir um pouco e passar algumas horas do dia. Não venha esperando um humor inteligente e um enredo bem elaborado. Venha esperando um elenco bem entrosado, e algumas bobeiras que te farão dar algumas risadas. 


Leituras do mês de abril


Oi gente!
Vamos conferir o que li no mês passado?





Resenha de O Voo da Libélula
http://www.irreparavel.com.br/2015/05/resenha-de-o-voo-da-libelula-michel.html

Resenha de Quase uma Rockstar
http://www.irreparavel.com.br/2015/04/resenha-de-quase-uma-rockstar-matthew.html

Resenha de Bruxa da Noite
http://www.irreparavel.com.br/2015/04/resenha-de-bruxa-da-noite-nora-roberts.html

Resenha de Se Joga!
http://www.irreparavel.com.br/2015/04/resenha-de-se-joga-nancy-levin.html

Resenha de Supernova
http://www.irreparavel.com.br/2015/04/resenha-de-supernova-o-encantador-de.html

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[Lançamentos] Arqueiro, Sextante e Saída de Emergência

Confiram os lançamentos do mês da Arqueiro, Sextante e Saída de Emergência.
Pirando em 3...2...1


Título: Que falta você me faz
Autor: Harlan Coben
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Comprar: Livraria Saraiva

Sinopse: Que Falta Você Me Faz - Dezoito anos se passaram desde que a detetive Kat Donovan sofreu as maiores perdas de sua vida: a morte do pai e o fim do relacionamento com o noivo. Foram dois acontecimentos muito bruscos que ela ainda não conseguiu superar totalmente, mas, no dia a dia, prefere não pensar muito nisso.Contudo, de uma só vez, essas duas feridas voltam a se abrir. Ao saber que o assassino de seu pai será executado, Kat resolve ter uma conversa com ele para esclarecer o caso. Mas o homem nega a autoria, dizendo que foi obrigado a confessar o crime, e ela acaba ficando com mais dúvidas.
Ao mesmo tempo, a detetive é procurada por um garoto que acredita que a mãe está desaparecida. Sem entender por que o adolescente insiste que ela, e não um outro policial, investigue o caso, Kat descobre que o sumiço está relacionado a seu ex-noivo e a um site de relacionamentos.
Lidando com dois casos simultâneos, ela decide seguir em frente com as investigações, mesmo que todos ao seu redor tentem dissuadi-la disso. Determinada, Kat trabalha segundo suas emoções, e a intuição lhe diz que ela não deve desistir.
Neste livro, mais uma vez Harlan Coben trata de perigos e riscos que podem estar mais próximos da nossa realidade do que se imagina. O resultado é um romance instigante que traça um cenário verossímil e impactante, fazendo um alerta para ameaças atuais que rondam nosso mundo virtual.

Título: O Príncipes dos Canalhas
Autor: Loretta Chase
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Sinopse: O Príncipe dos Canalhas - Sebastian Ballister é o grande e perigoso marquês de Dain, conhecido como lorde Belzebu: um homem com quem nenhuma dama respeitável deseja qualquer tipo de compromisso. Rejeitado pelo pai e humilhado pelos colegas de escola, ele nunca fez sucesso com as mulheres. E, a bem da verdade, está determinado a continuar desfrutando de sua vida depravada e pecadora, livre dos olhares traiçoeiros da conservadora sociedade parisiense. Até que um dia ele conhece Jessica Trent...Acostumado à repulsa das pessoas, Dain fica confuso ao deparar com aquela mulher tão independente e segura de si. Recém-chegada a Paris, sua única intenção é resgatar o irmão Bertie da má influência do arrogante lorde Belzebu.
Liberal para sua época, Jessica não se deixa abater por escândalos e pelos tabus impostos pela sociedade – muito menos pela ameaça do diabo em pessoa. O que nenhum dos dois poderia imaginar é que esse encontro seria capaz de despertar em Dain sentimentos há muito esquecidos. Tampouco que a inteligência e a virilidade dele pudessem desviar Jessica de seu caminho.
Agora, com ambas as reputações na boca dos fofoqueiros e nas mãos dos apostadores, os dois começam um jogo de gato e rato recheado de intrigas, equívocos, armadilhas, paixões e desejos ardentes.

Título: República de Ladrões
Autor: Scott Lynch
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Sinopse: República de Ladrões - Envenenado e à beira da morte, Locke Lamora segue para o norte com seu parceiro, Jean Tannen, em busca de refúgio e de um alquimista para curá-lo. Porém, a verdade é que ninguém pode salvá-lo. Com a sorte, o dinheiro e a esperança esgotados, os Nobres Vigaristas recebem uma oferta de seus arquirrivais, os Magos-Servidores.As eleições do conselho dos magos se aproximam e as facções precisam de alguém para fazer o trabalho sujo, manipulando votos. Se Locke aceitar, o veneno será purgado de seu corpo com o uso de magia – mas o processo será tão excruciante que ele vai desejar morrer.
Locke acaba cedendo ao saber que o partido da oposição contará com uma mulher do seu passado: Sabeta Belacoros, a única pessoa capaz de se igualar a ele nas habilidades criminosas e mandar em seu coração. Novamente em uma disputa para ver quem é o mais inteligente, Locke precisa se decidir entre enfrentar Sabeta ou cortejá-la, e a vida dos dois pode depender dessa decisão.
República de ladrões leva o leitor ao início da vida de Locke enquanto flerta com o seu fim, revelando todos os matizes de Sabeta e de seu relacionamento com o líder dos Nobres Vigaristas. Misturando momentos tensos e cômicos do passado e do presente, esta obra é, até agora, a melhor de Scott Lynch.


Título: As Espiãs do dia D
Autor: Ken Follet
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Sinopse: As Espiãs do Dia D - Segunda Guerra Mundial. Na fúria expansionista do Terceiro Reich, a França é tomada pelas tropas de Hitler. Os alemães ignoram quando e onde, mas estão cientes de que as forças aliadas planejam libertar a Europa. Para a oficial inglesa Felicity Clairet, nunca houve tanto em jogo. Ela sabe que a capacidade de Hitler repelir um ataque depende de suas linhas de comunicação. Assim, a dias da invasão pelos Aliados, não há meta mais importante que inutilizar a maior central telefônica da Europa, alojada num palácio na cidade de Sainte-Cécile. Porém, além de altamente vigiado, esse ponto estratégico é à prova de bombardeios. Quando Felicity e o marido, um dos líderes da Resistência francesa, tentam um ataque direto, Michel é baleado e seu grupo, dizimado.Abalada pelas baixas sofridas e com sua credibilidade posta em questão por seus superiores, a oficial recebe uma última chance. Ela tem nove dias para formar uma equipe de mulheres e entrar no palácio sob o disfarce de faxineiras. Arriscando a vida para salvar milhões de pessoas, a equipe Jackdaws tentará explodir a fortaleza e aniquilar qualquer chance de comunicação alemã – mesmo sabendo que o inimigo pode estar à sua espera. As espiãs do Dia D é um thriller de ritmo cinematográfico inspirado na vida real. Lançado originalmente como Jackdaws, traz os personagens marcantes e a narrativa detalhada de Ken Follett. 

Título: Uma Curva no Tempo
Autor: Dani Atkins
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Sinopse: Uma Curva no Tempo - A noite do acidente mudou tudo... Agora, cinco anos depois, a vida de Rachel está desmoronando. Ela mora sozinha em Londres, num apartamento minúsculo, tem um emprego sem nenhuma perspectiva e vive culpada pela morte de seu melhor amigo. Ela daria tudo para voltar no tempo. Mas a vida não funciona assim... Ou funciona?A noite do acidente foi uma grande sorte... Agora, cinco anos depois, a vida de Rachel é perfeita. Ela tem um noivo maravilhoso, pai e amigos adoráveis e a carreira com que sempre sonhou. Mas por que será que ela não consegue afastar as lembranças de uma vida muito diferente?



Título: O príncipe de Westeros e outras histórias
Autor: Vários
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Sinopse: O Príncipe de Westeros e Outras Histórias - Com histórias de Joe Abercrombie, Gillian Flynn, Matthew Hughes, Joe R. Lansdale, Michael Swanwick, David Ball, Carrie Vaughn, Scott Lynch, Bradley Denton, Cherie Priest, Daniel Abraham, Paul Cornell, Steven Saylor, Garth Nix, Walter Jon Williams, Phyllis Eisenstein, Lisa Tuttle, Neil Gaiman, Connie Willis, Patrick Rothfuss e George R.R. Martin o livro traz contos que não são preto e nem branco, contos com todos os tons de cinza. 21 histórias com reviravoltas astutas e deslumbrantes nessa galeria de histórias de vilões que vão saquear seu coração e ainda deixá-lo mais rico a cada história.




Título: Outlander O Resgate no mar
Autor: Diana Gabaldon
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Sinopse: O resgate no mar - Parte 1 - Há vinte anos Claire Randall voltou no tempo e encontrou o amor da sua vida – Jamie Fraser, um escocês do século XVIII. Mas, desde que voltara à sua própria época, ela pensava que ele tinha sido morto na Batalha de Culloden. Agora, em 1968, que seu amado pode estar vivo. A memória do guerreiro escocês não a abandona... seu corpo e sua alma chamam por ele em seus sonhos. Claire terá que fazer uma escolha: voltar para Jamie ou ficar com Brianna, a filha dos dois?Jamie, por sua vez, está perdido. Os ingleses se recusaram a matá-lo depois de sufocarem a revolta de que ele fazia parte. Longe de sua amada e em meio a um país devastado pela guerra e pela fome, o rapaz precisa retomar sua vida.
As intrigas ficam cada vez mais perigosas e, à medida, que tempo e espaço se misturam, Claire e Jamie têm que encontrar a força e a coragem necessárias para enfrentar o desconhecido. Nesta viagem audaciosa, será que eles vão conseguir se reencontrar?


Título: A mágica da arrumação
Autor: MArie Kondo
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Sinopse: A Mágica Da Arrumação - A mágica da arrumação se tornou um fenômeno mundial por apresentar uma abordagem inovadora para acabar de vez com a bagunça. Aos 30 anos, a japonesa Marie Kondo virou celebridade internacional, uma espécie de guru quando o assunto é organização. Seu método é simples, porém transformador. Em vez de basear-se em critérios vagos, como “jogue fora tudo o que você não usa há um ano”, ele é fundamentado no sentimento da pessoa por cada objeto que possui. O ponto principal da técnica é o descarte. Para decidir o que manter e o que jogar fora, você deve segurar os itens um a um e perguntar a si mesmo: “Isso me traz alegria?” Você só deve continuar com algo se a resposta for “sim”. Pode soar estranho no começo, mas, acredite, é libertador. Você vai descobrir que grande parte da bagunça em sua casa é composta por coisas dispensáveis. Prático e eficiente, este método não vai transformar apenas sua casa – ele vai mudar você. Rodeado apenas do que ama, você se tornará mais feliz e motivado a criar o estilo de vida com que sempre sonhou.


Título: O Segredo
Autor: Rhonda 
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Sinopse: O Segredo - Você tem em suas mãos um Grande Segredo.Desde tempos imemoriais ele tem sido transmitido, cobiçado, ocultado, perdido, roubado e comprado por grandes somas de dinheiro. Este Segredo milenar foi compreendido por algumas das mentes mais brilhantes da História: Platão, Galileu, Beethoven, Thomas Edison, Andrew Carnegie, Einstein – bem como por inventores, teólogos, cientistas e pensadores de todas as épocas. Agora, O Segredo está sendo revelado ao mundo.
“Ao aprender O Segredo, você descobrirá como pode ter, ser e fazer tudo o que quiser. Descobrirá quem você é de verdade. Descobrirá a verdadeira grandeza que a vida reservou para você.” – retirado do Prefácio



Título: Os 27 desafios que todo chefe deve enfrentar
Autor: Bruce Tulgan
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Sinopse: Os 27 Desafios Que Todo Chefe Deve Enfrentar - QUAIS SÃO OS MAIORES DESAFIOS QUE VOCÊ ENFRENTA NA HORA DE GERENCIAR AS PESSOAS? Ao longo de mais de 20 anos de pesquisas, Bruce Tulgan fez essa pergunta a milhares de líderes e percebeu que a resposta de 90% dos entrevistados incluiu as mesmas 27 dificuldades: o que fazer para não perder a estrela do time, como motivar os funcionários, de que maneira recompensar os melhores quando seus recursos são limitados, entre outras. Com base nesse levantamento, o autor descobriu que, quando as coisas não vão bem, é comum que a culpa seja da falta de comunicação. Os líderes, mesmo sem perceber, estão gerenciando seus subordinados no piloto automático – até que alguma coisa dê errado e eles precisam apagar o incêndio às pressas. Este livro mostra como romper esse círculo vicioso e recuperar o controle. Para resolver qualquer situação, Tulgan afirma que é essencial aplicar os princípios básicos do gerenciamento: ter conversas bem estruturadas e regulares com os funcionários, deixar as expectativas bem claras, acompanhar o desempenho, oferecer feedback e cobrar responsabilidade. Os 27 desafios que todo chefe deve enfrentar traz conselhos reais para problemas de gerenciamento reais. Além disso, oferece abordagens acessíveis para reduzir atritos, melhorar a performance, manter funcionários de alto nível e lidar com o próprio esgotamento. Se você é um gerente experiente ou se está liderando uma equipe pela primeira vez, se quer apenas tentar ser um chefe melhor ou aumentar a produtividade, este livro é a ferramenta de que você precisa.


Título: Sonhos Lúcidos
Autor: Vários
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Sinopse: Sonhos Lúcidos - Imagine ser capaz de voar. Atravessar paredes. Mudar de forma. Respirar embaixo d'água. Reencontrar pessoas que já morreram. Imagine poder vivenciar seus sonhos com a mesma consciência que você tem agora, enquanto lê este texto.
Pois saiba que isso é possível, através do que a ciência chama de "onironáutica": a arte de explorar o mundo onírico e modificar seus elementos com total lucidez. Quando uma pessoa se torna um onironauta, ela pode criar a cena que desejar, encontrar os personagens que quiser e experimentar qualquer coisa que imaginar - sentindo tudo como se estivesse vivendo de fato.
Neste livro - uma mistura de guia prático e manual científico -, você vai aprender todas as técnicas necessárias para controlar seus sonhos, enfrentar seus pesadelos, aumentar sua criatividade e, quem sabe, encontrar a sabedoria que pode mudar a sua vida.


Título: 75 hábitos de casais felizes
Autor: Ashley e Daniel Bush
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Sinopse: 75 Hábitos dos casais felizes - O cotidiano atribulado e as pequenas tensões do dia a dia podem acabar afetando a harmonia do casamento, deixando homens e mulheres se sentindo frustrados e desconectados do parceiro.Neste livro, os psicoterapeutas Ashley e Daniel Bush apresentam os hábitos que o casal deve desenvolver para resgatar a intimidade, redescobrir o carinho e melhorar a comunicação. Por meio de ações simples e positivas, é possível recuperar a alegria e proteger a relação dos inevitáveis conflitos da vida a dois.
Ao colocar essas atitudes em prática, você e seu companheiro terão a chance de deixar de lado momentaneamente as demandas familiares, profissionais e financeiras e se concentrar no que há de mais importante: o amor que os uniu.



Título: Essencialismo
Autor: Greg McKeown
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Sinopse: Essencialismo - O ESSENCIALISTA NÃO FAZ MAIS COISAS EM MENOS TEMPO ¿ ELE FAZ APENAS AS COISAS CERTAS. Se você se sente sobrecarregado e ao mesmo tempo subutilizado, ocupado mas pouco produtivo, e se o seu tempo parece servir apenas aos interesses dos outros, você precisa conhecer o essencialismo. O essencialismo é mais do que uma estratégia de gestão de tempo ou uma técnica de produtividade. Trata-se de um método para identificar o que é vital e eliminar todo o resto, para que possamos dar a maior contribuição possível àquilo que realmente importa. Quando tentamos fazer tudo e ter tudo, realizamos concessões que nos afastam da nossa meta. Se não decidimos onde devemos concentrar nosso tempo e nossa energia, outras pessoas chefes, colegas, clientes e até a família decidem por nós, e logo perdemos de vista tudo o que é significativo. Neste livro, Greg McKeown mostra que, para equilibrar trabalho e vida pessoal, não basta recusar solicitações aleatoriamente: é preciso eliminar o que não é essencial e se livrar de desperdícios de tempo. Devemos aprender a reduzir, simplificar e manter o foco em nossos objetivos. Quando realizamos tarefas que não aproveitam nossos talentos e assumimos compromissos só para agradar aos outros, abrimos mão do nosso poder de escolha. O essencialista toma as próprias decisões ¿ e só entra em ação se puder fazer a diferença.


Título: Sobre fibras e gente
Autor: Bruno Fernandes e Chico Barbosa
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Sinopse: Sobre Fibras e Gente - Em 1999, Shaul Shani e Amos Genish, dois empresários destemidos, sem experiência no ramo das telecomunicações no Brasil, munidos de um grande sonho e capital restrito, criaram a GVT para fazer frente às grandes companhias do setor. Contrariando todas as probabilidades, a startup cresceu e ganhou relevância em um cenário dominado por gigantes, transformando-se de um pequeno empreendimento de 100 mil reais em uma empresa de 25 bilhões de reais considerada referência no mercado.Neste livro, o professor Bruno Fernandes e o jornalista Chico Barbosa expõem e analisam os bastidores da construção da GVT. Em uma narrativa com o realismo e a dinâmica de um thriller corporativo, a obra revela os momentos de tensão, dúvida e extrema pressão vividos pelos executivos da GVT em um caminho cheio de reviravoltas.
Desde o início, Shaul e Amos precisaram lidar com obstáculos, como investidores que fugiam de projetos ligados à área tecnológica e o adiamento da abertura de capital. Enfrentaram, ainda, mudanças na gestão e a necessidade de ampliar seu campo de atuação, expandindo-se geograficamente e lançando-se em novos negócios. As sucessivas superações originaram uma cultura calcada em fibras e gente. Investindo em tecnologia e também no potencial de seus funcionários, a empresa criou uma equipe altamente engajada, capaz de se comunicar com o consumidor de forma transparente e diferenciada, com resultados consistentes.
Finalmente, a GVT deu início a um novo ciclo, quando foi adquirida pela Telefónica, após protagonizar uma negociação sem precedentes no cenário mundial de fusões e aquisições, que culminou no maiorinvestimento estrangeiro em um ativo brasileiro desde 1980, no valor de 25 bilhões de reais.
O livro traz aplicações de gestão, tecnologia, finanças, mercado, produtos e as operações que envolvem o entrelaçamento dessas áreas em uma grande corporação. Sobre fibras e gente é uma obra que trata do lado humano por trás de qualquer inovação, superação e determinação.

[Trecho de Terça] Agência de Investigações Holísticas Dirk Gently


Douglas Adams é um dos meus autores prediletos da galáxia. O primeiro e incrível Mochileiro. Eu adoro as sacadas inteligentes em seus livros, e tenho um verdadeiro fascínio pelo jeito que ele põe graça em coisas que aparentemente não deveriam ter. Ler um livro do Adams é se questionar a todo momento o motivo de se estar rindo, e querer saber o que perguntaria a ele se tivesse a chance para isso. Esse é seu livro mais recente, e eu já estou completamente apaixonada. 

"As pessoas, e até as coisas na verdade, pareciam mais genuínas quando montadas a cavalo. Então, considerou-se que duas pernas eram mais adequadas e baratas do que números primos mais normais, como 17,19 e 23; a pele era de aparência rosada, em vez de púrpura, além de macia e lisa em vez de irregular e sulcada. Eles também ficavam restritos a uma só boca e nariz, porém ganhavam um olho a mais para compensar, o que lhes dava um total de dois deles. Eram criaturas muito, muito estranhas. Mas com uma tendência verdadeiramente extraordinária para acreditar nas coisas mais absurdas." 

Resenha de "Beemote: A Revolução" (Scott Westerfeld)

Título: Beemote: A Revolução
Autor: Scott Westerfeld
Editora: Record (Compra)
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Sinopse: Beemote: A Revolução - Scott Westerfeld, autor da série Feios, reinventa aqui a Primeira Guerra Mundial em uma narrativa steampunk. Em lados opostos, mekanistas lutam com aparatos mecânicos movidos à vapor e darwinistas usam imensos animais geneticamente modificados, e adaptados para a batalha. Beemote é um kraken, a besta mais feroz da Marinha britânica. Os darwinistas precisam dele mais do que nunca, agora que estão em guerra declarada com os mekanistas. Alek e Deryn estão juntos a bordo do Leviatã, e esperam conseguir parar a guerra. Mas, quando sua missão de paz falha, percebem que estão sós em território inimigo... e que estão sendo perseguidos!


Se vocês quiserem saber a premissa base dessa série incrível, dá uma olhadinha na resenha de Leviatã, o primeiro da trilogia. Uma coisa é certa, se você, como eu, tem fascínio por Steampunk, vai adorar o que o autor faz aqui. 

Leviatã tem uma das personagens femininas que mais adoro na vida, a Deryn. Uma garota que se veste de menino para poder trabalhar como aeronauta em um dos monstros dos darwinistas em plena primeira guerra mundial. Ela é uma das melhores pilotos que já tiveram, e faz mais do que qualquer homem dessa maldita guerra poderia fazer. 

Já Alek, o mekanista dessa história, é bem almofadinhas, mas tem sangue real, e sabe usar o sangue real a favor dos menos favorecidos. Podemos dizer que ele não é o tipo de realeza que senta e espera as coisas acontecerem. 

Ambos se conheceram por conta do início da guerra, no livro anterior. Aparentemente estavam em lados contrários dela, mas acabaram se unindo por um bem maior. Tornam-se amigos, porque Alek jura que Deryn é um garoto, e  lutam juntos. É meio como se um completasse o outro. O que seria um absurdo em tese por um ser darwinista e o outro mekanista (veja a explicação na resenha anterior)

Beemote consegue ser mais frenético do que Leviatã, e olhe que isso é um feito e tanto! O cenário principal passa a ser a Turquia, e meus olhos se encheram de amor por visualizar uma Turquia meio mekanista, meio darwinista em pleno período de guerra. 

Cheia de ilustrações no livro inteiro, Beemote ganhou meu coração. Acho que o fato de ter desenhos ajuda a visualizar o complexo mundo adaptado que o autor criou. As máquinas mescladas com animais são incríveis! Se isso fosse um filme bem feito, certamente ganharia um prêmio de direção de arte, de tão fabulosa que é a visão do ilustrador e do autor para tudo. 

Eu gostei mais do segundo volume do que do primeiro, e acredito que tenha sido porque não parei para respirar um minuto sequer desde que comecei a ler. Não dá para parar! Quando você acha que os coitados vão descansar, eis que aparece um outro problema mais na frente. Como diria Deryn quando quer fazer uma exclamação de surpresa, "- Aranhas berrantes!". 

Eu sempre indico essa série quando me perguntam por livros do gênero. Já li alguns, mas a grande maioria usa o lado mais romântico da situação, o que não acontece nessa série. Ela tem todos os elementos que adoro, envolta num universo um pouco mais juvenil porque os dois protagonistas são adolescentes, mas com um fundo pesado por causa da primeira guerra. É uma aula de história com elementos ficcionais. 

Quero saber como essa história vai findar, e por isso já tratei de conseguir o Golias, o último volume, para ler. Em breve farei um vídeo falando sobre essa série inteira. Segurem as pontas e tratem de ler Leviatã. Eu sei que ele pode ser um pouco caro - ou muito - mas eventualmente as livraria colocam num preço que cabe no bolso. Fiquem de olho porque vale a pena cada página. 

Essa série: Amorteamo (Primeiras Impressões)



Amorteamo", nova série da Globo, que estreia nesta sexta-feira (8), com cinco episódios, mistura terror e amor e se passa em cenários sombrios, incluindo o cemitério como um dos principais ambientes dos personagens mortos-vivos.
A trama principal envolve Gabriel (Johnny Massaro) e Malvina (Marina Ruy Barbosa). Os dois estão prestes a se casar, mas o jovem reencontra Lena (Arianne Botelho), seu amor de infância, e abandona a noiva no altar.
Arrasada, Malvina se joga da ponte da cidade e morre afogada. Com remorso da tragédia, Gabriel vai até o cemitério e leva o corpo da noiva para casa. Ela então acorda no melhor estilo noiva-cadáver. A partir daí, todos os mortos-vivos do Recife antigo, do início do século XX, voltam à vida e assombram a cidade.


Sei que normalmente só falo de série por aqui depois que vi uma temporada inteira, e que dificilmente paro para falar de algo nacional. E já vou me defendendo em dizer que não é por falta de gosto, mas de oportunidade. São poucas as séries nacionais que eu realmente gosto, e faz tanto tempo que não me apego em uma que trazer uma postagem aqui seria repetir informação que vocês já estão cansados de saber. 

Quanto a trazer opinião sobre algo que comecei a ver e ainda não acabei, é mais para mostrar a vocês o que tem de novo. Portanto decidi trazer as primeiras impressões que tenho das séries, e montar uma coluna a cada final de mês falando um pouco do áudio visual que conferi naquele mês, seja em filme ou seriado. 

Mas vamos deixar de enrolação e falar um pouco sobre Amorteamo. 
Em primeiro lugar, o que penso sobre esse nome? Que jogo incrível de semânticas para criar o título! Acho que ficaria entre algo do tipo "A morte amo" ou "Amor, te amo". Só essa dualidade já ganhou meu coração por muitos pontos. 

Não sou de assistir televisão aberta. Na verdade não sou de ver televisão de forma alguma, mas eventualmente estou com minha mãe conversando enquanto ela vê a novela, e foi em uma dessas conversas que me peguei na chamada da série. E que chamada! 

Jé pela estética eu sabia que gostaria dela. Mesmo que não valesse nada num todo, a direção de arte merece todas as minhas palmas. E por isso decidi assistir, e não me decepcionei com o primeiro episódio que foi ao ar ontem depois do Globo Repórter. 

O enredo base está explicado na sinopse lá em cima. Essa ideia de morte por amor me faz lembrar bastante a segunda geração do romantismo, que eu amo. E algo na série também me fez pensar em Noiva Cadáver, Tim Burton, Capitu e Hoje é dia de Maria. Ou seja, uma combinação diabólica para me prender em frente a TV de um canal aberto. 

Aqui em casa disseram que isso é porque eu sou sombria e nostálgica. Eu digo que é porque além disso sou visualmente fascinada em tudo o que é esteticamente bem feito dentro do sombrio. Fotografia, direção de arte... Isso tudo me encanta de maneira singular, e ambas coisas são tratadas de forma genial em Amorteamo. 

Lendo um pouco sobre a série. descobri que as referências para ela vem de fato de Alvares de Azevedo (de longe meu ultrarromântico brasileiro predileto), o francês Charles Baudelaire e o simbolista Augusto dos Anjos. Logicamente que essa combinação seria depressiva, sombria e sedutora. Quem disse que não existe sedução no escuro?


A direção de Flávia Lacerda é sensível e dialoga bem com a parte visual da série. A câmera é um item interessante em Amorteamo. No final do primeiro episódio você praticamente se coloca no lugar dela, absorvendo o drama dos personagens como se fosse seu, e criando um distanciamento que eles também estão fazendo. É simples, mas bem feito. 

Estou bem curiosa para saber como diabos vão terminar isso. E principalmente, como vão trabalhar os mortos nessa Recife meio londrina do século XIX. 

Se vocês curtem séries de época com um visual bacana, trate de ver os outros episódios de Amorteamo. 




[Autor do mês] Isaac Asimov




Isaac Asimov (em russo: Исаак Юдович Озимов; transl.: Isaak Yudavich Azimov; Petrovichi, Rússia Soviética, atual Rússia, período entre 4 de outubro de 1919 e 2 de janeiro de 1920 — Brooklyn, Nova Iorque, Estados Unidos, 6 de abril de 1992), foi um escritor e bioquímico americano, nascido na Rússia, autor de obras de ficção científica e divulgação científica.
Asimov é considerado um dos mestres da Ficção Científica e, junto com Robert A. Heinlein e Arthur C. Clarke, foi considerado um dos "três grandes" da ficção científica. A obra mais famosa de Asimov é a série da Fundação, também conhecida como Trilogia da Fundação, que faz parte da série do Império Galáctico e que logo combinou com sua outra grande série dos Robots. Também escreveu obras de mistério e fantasia, assim como uma grande quantidade de não-ficção. No total, escreveu ou editou mais de 500 volumes, aproximadamente 90 000 cartas ou postais, e tem obras em cada categoria importante do sistema de classificação bibliográfica de Dewey, exceto em filosofia.
A maioria de seus livros mais populares sobre ciência, explicam conceitos científicos de uma forma histórica, voltando no tempo o mais longe possível, quando a ciência em questão estava nos primeiros estágios. Ele providencia, muitas vezes, datas de nascimento e falecimento dos cientistas que menciona, também etimologias e guias de pronunciação para termos técnicos. Alguns exemplos incluem, "Guide to Science", os três volumes de "Understanding Physics" e a "Chronology of Science and Discovery", e trabalhos sobre Astronomia, Matemática, a Bíblia, escritos de William Shakespeare e Química.
Asimov foi membro e vice-presidente por muito tempo da Mensa, ainda que com falta: ele os descrevia como "intelectualmente combalidos". Exercia, com mais frequência e assiduidade, a presidência da American Humanist Association (Associação Humanista Americana).
Em 1981, um asteroide recebeu seu nome em sua homenagem, o 5020 Asimov. O robô humanóide "ASIMO" da Honda, também pode ser considerada uma homenagem indireta a Asimov, pois o nome do robô significa, em inglês, Advanced Step in Innovative Mobility, além de também significar, em japonês, "também com pernas" (ashi mo), em um trocadilho linguístico em relação à propriedade inovadora de movimentação deste robô.

Leis da Robótica
Apresentadas no livro Eu, Robô, as 3 Leis da Robótica foram criadas, como condição de coexistência dos robôs com os seres humanos, como prevenção de qualquer perigo que a inteligência artificial pudesse representar à humanidade. São elas:

1ª lei: Um robô não pode ferir um ser humano ou, por inacção, permitir que um ser humano sofra algum mal.
2ª lei: Um robô deve obedecer às ordens que lhe sejam dadas por seres humanos, exceto nos casos em que tais ordens contrariem a Primeira Lei.
3ª lei: Um robô deve proteger sua própria existência, desde que tal proteção não entre em conflito com a Primeira e Segunda Leis.

Mais tarde, no livro Os Robôs do Amanhecer, o robô Daneel viria a instituir uma quarta lei: a 'Lei Zero':
'Lei Zero': Um robô não pode fazer mal à humanidade e nem, por inacção, permitir que ela sofra algum mal.



Obras

Asimov pretendia escrever 500 livros e, por pouco, não atingiu essa marca; escreveu 463 obras. Mas, somando todos os livros, desenhos e coleções editadas, totalizam-se 509 itens em sua bibliografia completa. Asimov pode ter escrito Opus 400, que seria uma comemoração de 400 publicações; contudo, a lista de comemorativos da bibliografia vai apenas até o Opus 300.


Série Robôs

  • The Caves of Steel - As Cavernas de Aço (1954) (primeiro romance de ficção científica com Elias Baley)
  • The Naked Sun - Os Robôs (1957) (segundo romance de ficção científica com Elias Baley)
  • The Robots of Dawn - Os Robôs e o Amanhecer (1983) (terceiro romance de ficção científica com Elias Baley)
  • Robots and Empire - Os Robôs e o Império (1985) (sequência da trilogia Elias Baley)

Estórias Curtas

  • Mãe Terra - Conto publicado em O Futuro Começou, onde aparecem pela primeira vez os espaciais
  • Imagem Especular - Imagem no Espelho - Conto sobre uma disputa entre dois Cientistas de Aurora, a respeito de uma descoberta, mediada por Elias Baley e Daniel
  • The Positronic Man (1993) (com Robert Silverberg, um romance baseado no antigo conto de Asimov "The Bicentennial Man")

Série Império Galáctico

  • Pebble in the Sky - 827 Era Galática (1950)
  • The Stars Like Dust - Poeira de Estrelas (1951)
  • The Currents of Space - As Correntes do Espaço (1952) - Romance pré-imperio, sobre um planeta explorado por outro.

Série Lucky Starr


Obras publicadas sob o pseudônimo Paul French
  • David Starr Space Ranger - As Cavernas de Marte (1952)
  • Lucky Starr and the Pirates of the Asteroids - Vigilante das Estrelas (1953)
  • Lucky Starr and the Oceans of Venus - Os Oceanos de Vênus (1954)
  • Lucky Starr and the Big Sun of Mercury - O Grande Sol de Mercúrio (1956)
  • Lucky Starr and the Moons of Jupiter - O Robô de Júpiter (1957)
  • Lucky Starr and the Rings of Saturn - Os Anéis de Saturno (1958)

Trilogia Fundação

  • Foundation - Fundação (1951)
  • Foundation and Empire - Fundação e Império (1952)
  • Second Foundation - Segunda Fundação (1953)

Extensão da série Fundação

  • Foundation's Edge - Limites da Fundação (em Portugal "No Limiar da Fundação")(1982)
  • Foundation and Earth - Fundação e a Terra (1986)
  • Prelude to Foundation - Prelúdio à Fundação (1988)
  • Forward the Foundation - Crônicas da Fundação (em Portugal "Notas Para um Império Futuro")(1993)

Romances que não fazem parte de séries

  • The End of Eternity - Fim da Eternidade (1955)
  • Fantastic Voyage - Viagem Fantástica (1966) (uma novelização do filme apresentando uma equipe de cientistas viajando dentro do corpo humano)
  • The Gods Themselves - Os Próprios Deuses (1972)
  • Fantastic Voyage II: Destination Brain - Viagem Fantástica: Rumo ao cérebro (1987) (não é uma sequência do primeiro Fantastic Voyage, mas sim uma história independente)
  • Nemesis (1989)
  • Nightfall - O Cair da Noite (1990) (com Robert Silverberg, um romance baseado em um conto mais antigo)
  • The Ugly Little Boy (1992) (com Robert Silverberg, um romance baseado em um conto mais antigo)

(Ainda que essencialmente independentes, alguns desses romances têm relações mínimas com a série "Fundação".)

Coletâneas de pequenas histórias
Lista de contos e noveletas de Isaac Asimov:
  • I, Robot - Eu, Robô (1950)
  • The Martian Way and Other Stories (1955)
  • Earth Is Room Enough (1957)
  • Nine Tomorrows (1959)
  • The Rest of the Robots (1964)
  • Nightfall and Other Stories (1969)
  • The Early Asimov (1972)
  • The Best of Isaac Asimov (1973)
  • Buy Jupiter and Other Stories (1975)
  • The Bicentennial Man and Other Stories (1976)
  • The Complet Robot (1982)
  • The Winds of Change and Other Stories (1983)
  • Robot Dreams (1986)
  • Azazel (1988)
  • Gold (1990)
  • Robot Visions (1990)
  • Magic (1995)

Romances

  • The Death Dealers (1958) (republicado mais tarde como A Whiff of Death)
  • Murder at the ABA (1976) (republicado mais tarde como Authorized Murder)

Coletâneas de pequenas histórias

  • Black Widowers and others
  • Asimov's Mysteries (1968)
  • Tales of the Black Widowers (1974)
  • More Tales of the Black Widowers (1976)
  • Casebook of the Black Widowers (1980)
  • Banquets of the Black Widowers (1984)
  • The Best Mysteries of Isaac Asimov (1986)
  • Puzzles of the Black Widowers (1990)
  • Return of the Black Widowers (2003) coletânea de histórias da época da morte de Asimov, com contribuições adicionais de Charles Ardai e Harlan Ellison


Ciência popular

  • Adding a Dimension (1964)
  • Asimov on Numbers (1959)
  • Asimov's Chronology of Science and Discovery (1989, segunda edição ampliada em 1993)
  • Asimov's Chronology of the World (1991)
  • The Chemicals of Life (1954)
  • Choice of Catastrophes (1979)
  • The Clock We Live On (1959)
  • The Collapsing Universe (1977) 
  • The Earth (2004, revisado por Richard Hantula)
  • Exploring the Earth and the Cosmos (1982)
  • The Human Brain (1964)
  • Inside the Atom (1956)
  • Isaac Asimov's Guide to Earth and Space (1991)
  • The Intelligent Man's Guide to Science (1965)
  • Jupiter (2004, revisado por Richard Hantula)
  • Life and Energy (1962)
  • The Neutrino (1966)
  • Our World in Space (1974)
  • Quasar, Quasar, Burning Bright (1977)
  • Science, Numbers and I (1968)
  • The Secret of The Universe (1990)
  • The Solar System and Back (1970)
  • Asimov (2003, revisado por Richard Hantula)
  • The Sun Shines Bright (1981)
  • The Universe: From Flat Earth to Quasar (1966)
  • Venus (2004, revisado por Richard Hantula)
  • Views of the Universe (1981)
  • Words of Science and the History Behind Them (1959)
  • The World of Carbon (1958)
  • The World of Nitrogen (1958)

Anotações

  • Asimov's Annotated "Don Juan"
  • Asimov's Annotated "Paradise Lost"
  • Asimov's Annotated Gilbert and Sullivan
  • The Annotated "Gulliver's Travels"

Guias

  • Asimov's Guide to the Bible, vols I and II (1981)
  • Asimov's Guide to Shakespeare

Outros

  • Opus 100 (1969)
  • The Sensuous Dirty Old Man (1971)
  • Asimov's Biographical Encyclopedia of Science and Technology (1972)
  • Opus 200 (1979)
  • Isaac Asimov's Book of Facts (1979)
  • The Roving Mind (1983) (collection of essays). Nova edição publicada por Prometheus Books (1997)
Fonte: Wikipédia